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domingo, 13 de março de 2011

Madrigal

Madrigal é um gênero musical profano que surgiu entre os séculos XIII e XVI.
Há três hipóteses para sua etimologia: matricale, canto popular materno; materialis, como componente poético profano e matricalis, canto polifônico de igrejas.[1] Madrigal pode referir-se tanto à forma poética e musical que ocorre na Itália no séc. XIV quanto a partituras sobre versos seculares, nos séc. XVI ou séc. XVII.[2]
O madrigal aborda assuntos heróicos, pastoris, e até libertinos. Por sua flexibilidade, que nenhuma outra forma musical havia até então oferecido aos músicos, assim como pela variedade dos textos sobre os quais se constrói, ele favorece a imaginação criadora e o lirismo de expressão.
Juntamente com outras formas musicais que utilizavam o canto, o madrigal leva à origem da ópera.

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Estrutura

Pode ser apresentado em três formas de distribuição dos versos:
  • Soneto italiano ou petrarquiano: apresenta duas estrofes de quatro versos (quartetos) e dois de três versos (tercetos);
  • Soneto inglês ou Shakespeariano: três quartetos e um dístico;
  • Soneto monostrófico: Apresenta uma única estrofe de 14 versos.
Para além destas formas, pode haver o acrescentamento (geralmente de três versos) feito aos 14 versos de um soneto. Este acrescentamento é chamado de estrambote[1] e o poema passa a chamar-se soneto estrambótico. O termo deriva do italiano strambotto ("extravagante, irregular"). Uma vez que o soneto é caracterizado exactamente como um poema de 14 versos — tradicionalmente dois quartetos e dois tercetos —, o acréscimo de um ou mais versos no final do poema (de acordo com a conveniência do escritor), faz da obra um soneto irregular — estrambótico, como usado por exemplo por Miguel de Cervantes [2]
Petrarca, um dos grandes sonetistas da literatura italiana medieval.
O soneto teria sido criado no começo do século XIII, na Sicília, onde era cantado na corte de Frederico II Hohenstaufen da mesma forma que as tradicionais baladas provençais.

Soneto

Soneto (do italiano sonetto, pequena canção ou, literalmente, pequeno som) é um poema de forma fixa, composto por catorze versos.

sábado, 12 de março de 2011

Rondó

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O rondó é uma forma de composição musical seccionada, estruturada a partir de um tema principal e vários temas secundários (normalmente dois ou três), sempre intercalados pela repetição do tema principal. Surgida na Idade Média, foi largamente adotada a partir do Classicismo no último movimento das sonatas e das sinfonias.
O termo "rondó" pode ainda designar um gênero literário, constituído da mesma estrutura.

Écloga

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Écloga é um pequeno poema pastoral que apresenta, na maioria das vezes, a forma de um diálogo entre pastores ou de um solilóquio.
O termo foi inicialmente aplicado aos poemas bucólicos de Virgílio, que imitava os Idílios, de Teócrito; a obra de Virgílio tornou-se conhecida, convencionalmente, como Éclogas(42-37 a.C.).
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Elegia

Na Literatura Elegia é uma poesia triste, melancólica ou complacente, especialmente composta como música para funeral, ou um lamento de morte.

Definição

Na Literatura Grega antiga o termo "elegeia" (ἐλεγεία) originariamente referia-se a qualquer verso escrito em dístico elegíaco cobrindo uma vasta gama de assuntos, entre eles, os epitáfios para túmulos. A elegia na Literatura Latina foi mais erótico ou mitológico. Devido ao seu potencial estrutural para efeitos retóricos, o dístico elegíaco foi também utilizada pelos poetas gregos e romanos para assuntos espirituosos, engraçados e satíricos.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Ode

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Ode é uma composição poética que surgiu na Grécia Antiga, e era cantada e acompanhada pela lira. Ode, em grego significa canto.
Ela se divide em estrofes semelhantes entre si, tanto pelo número como pela medida dos versos, geralmente de quatro versos ou dividida em três partes recorrentes quando coral. Os poetas gregos Alceu, Safo e Anacreonte escreveram odes.
Já em Roma, onde era chamada mais comumente de carmem, teve cultores como Catulo e Horácio. No século XIX teve vasta produção na Itália, com Gabriele d'Annunzio; na França, com Victor Hugo; na Espanha, com Manuel José Quintana entre outros.